Privacidade
Atualizado em 8 de setembro de 2026.
Este site guarda dados que dizem algo sobre a sua fé. Esta página explica quais são, por que cada um está aí e como pedir para apagar.
Quem cuida disso
Quem responde por estes dados é uma pessoa, não uma empresa: Guilherme Battoni, que fez e mantém este site.
Para qualquer coisa sobre os seus dados — ver, corrigir, apagar ou só entender —, escreva para guilherme@battoni.dev. É o único canal, e vale para os quatro idiomas do site.
A resposta sai em até 7 dias úteis.
O que guardamos, e por que cada campo existe
Só o que o passo 4 pede. Nada é recolhido por trás.
- Nome
- Só o primeiro. Serve para saber com quem estamos falando e para entrar na mensagem pronta de suporte. Não aparece na sua página pública.
- É por onde você entra de volta e recupera a senha. É também o contato guardado junto da programação.
- Senha
- Não fica em nenhuma tabela nossa. Quem cuida dela é o serviço de contas do Supabase, que guarda só uma versão embaralhada — de onde não dá para tirar a senha de volta.
- Congregação e cidade
- Entraram no formulário quando dava para recuperar a programação pelo contato mais a congregação. Esse caminho não existe mais: hoje quem faz você voltar é o e-mail com a senha. As duas continuam sendo pedidas, por decisão de quem mantém o site, e hoje servem para uma coisa só — entrar na mensagem pronta que você manda ao suporte, para a gente saber de onde você fala.
- O alvo, as horas e a semana
- O alvo escolhido, quantas horas ele tem, os sete dias que você desenhou, os meses ou semanas que você marcou como apertados e o jeito de onde a semana saiu. É a programação: é para guardar isto que o site existe.
- Idioma
- Para o site e os e-mails falarem a sua língua quando você voltar.
- O endereço da sua programação
- É o link que você compartilha. Você escolhe, e o que o site sugere nunca é o seu nome.
- As datas
- Quando você salvou, quando ajustou pela última vez, quando marcou o consentimento e quando confirmou o e-mail.
Por que isto é dado sensível
O seu nome, o seu contato, a sua congregação e a sua cidade ficam guardados junto do fato de que você planeja horas de pioneiro. Juntos, eles dizem qual é a sua religião.
A Lei Geral de Proteção de Dados chama isso de dado pessoal sensível — convicção religiosa, art. 5º, II — e trata diferente do resto. É por isso que o consentimento do passo 4 fala só disto, fica em destaque e nasce desmarcado.
Você pode recusar. O planejador inteiro funciona sem salvar: dá para escolher o alvo, desenhar a semana e ver o ciclo mês a mês sem deixar nada aqui. O que você perde é poder voltar depois e ajustar.
Consentir também não prende você. Dá para voltar atrás a qualquer momento, pelo mesmo e-mail lá em cima. Voltar atrás quer dizer apagar: sem o consentimento não há por que guardar.
O que aparece publicamente
A sua programação tem um endereço próprio, e quem tiver o link vê a página. É o que faz dela uma coisa que se manda no grupo.
O que a página mostra: o alvo, as horas, a semana que você desenhou, o que está marcado como apertado e a data do último ajuste.
O que ela não mostra, e não tem como mostrar: nome, contato, congregação e cidade. A função do banco que serve essa página foi escrita sem esses campos — não é uma regra que alguém possa esquecer de aplicar.
A página também pede aos buscadores que não a indexem. Um endereço legível achável no Google é exatamente como um nome acaba preso publicamente a uma religião.
Quem mais toca nesses dados
Três empresas, e nenhuma outra.
- Supabase
- Guarda o banco de dados e cuida das contas e das senhas.
- Vercel
- Hospeda o site. Vê o que qualquer servidor vê de uma visita: o endereço pedido, o navegador e o IP.
- Resend
- Entrega os e-mails — o de confirmação de endereço e o de recuperação de senha.
As três têm sede nos Estados Unidos, então os seus dados podem ser processados fora do Brasil.
Nada é vendido, nada é trocado com mais ninguém, e não há anunciante.
Cookies e rastreio
Não há rastreio. Nenhuma medição de audiência, nenhum cookie de anúncio, nenhum pixel de rede social.
O que fica no seu aparelho, e só nele: a programação que você está montando, que some quando você fecha a aba; o endereço da sua programação, para o link de volta aparecer na hora; e a sua sessão, se você tiver conta.
Os registros técnicos
Três coisas ficam registradas, para que um abuso apareça em vez de correr calado:
- Cada consulta de "este endereço está livre?", com o endereço consultado. Ele pode ser o seu nome, se foi assim que você escolheu.
- As tentativas antigas de retomar uma programação pelo contato. O contato ali foi guardado embaralhado, nunca em claro.
- Os links de confirmação de e-mail, também embaralhados: um vazamento do banco não entregaria nenhum link vivo.
Nenhum desses registros tem o seu nome, o seu e-mail ou a sua congregação.
Quanto tempo guardamos
Por tempo indeterminado. A sua programação e a sua conta ficam guardadas até você pedir a exclusão.
Não há prazo automático, e uma conta parada não é apagada sozinha. Se você não quer mais que a gente guarde, escreva e a gente apaga.
Os seus direitos
A lei dá a você, entre outras coisas: saber se guardamos algo seu, ver o que é, corrigir o que está errado, pedir uma cópia, saber com quem foi compartilhado, retirar o consentimento e pedir a exclusão.
Todos pelo mesmo lugar: guilherme@battoni.dev. A resposta sai em até 7 dias úteis.
Escreva do endereço que você cadastrou, se ainda tiver acesso a ele — é o que temos para saber que é você. Se perdeu o acesso, diga qual era e conte o que dá para conferir: nome, congregação e cidade.
Como pedir a exclusão
Não existe botão de apagar no site. A exclusão é feita à mão, uma a uma, e é por isso que ela tem prazo em vez de ser instantânea.
Sai: a linha da sua programação, com nome, contato, congregação, cidade e a semana que você desenhou; e a sua conta, com a senha.
Fica: os registros técnicos da seção acima, que não têm o seu nome.
Se você tem menos de 18 anos
A lei trata o dado de criança à parte. Se você tem menos de 12 anos, quem deve preencher o formulário e marcar o consentimento é o seu pai, a sua mãe ou o seu responsável.
O site não pergunta a sua idade e não tem como conferir. Ficamos com a palavra de quem preenche.
Segurança, sem promessa demais
O que está feito: a senha nunca passa pelas nossas tabelas; a tabela da programação é fechada, e quem não está logado consegue gravar mas nunca ler; a página pública passa por uma função que não consegue devolver nome nem contato; os links mandados por e-mail ficam guardados embaralhados.
O que não dá para prometer é que nada vai dar errado. Ninguém pode prometer isso, e quem promete está mentindo.
Quando esta página mudar
A data no topo diz quando ela foi escrita pela última vez. Se mudar o que guardamos, para que serve ou com quem dividimos, essa data muda junto.